Jorge
Hessen
A
epidemia do vírus zika requer urgente debate
e muita prudência. É estranhável apontar
o algoz Zika, um vírus que foi descoberto
na década 1940, e que nunca foi
notório por causar defeitos de nascimento. Mas, as instituições que estão pesquisando
esses surtos estão buscando “provas” de uma relação entre o vírus Zika e a
microcefalia, embora sejam necessárias mais investigações para entender essa
relação. De qualquer forma, em nome das prováveis causas, supõe-se também o conjunto de falhas e metodologias
grosseiras, realizados pelo Ministério da Saúde, SUS, seus institutos
associados e suas autoridades constituídas, que supostamente provocaram e
continuam provocando a inquieta crise de microcefalia em todo o Brasil.
Conjetura-se
ter conexão aos mosquitos transgênicos desenvolvidos pela empresa de
biotecnologia britânica Oxitec, que é financiado pela Fundação Bill e Melinda
Gates. A Oxitec tem lançado os mosquitos Aedes geneticamente modificados no
meio selvagem no Brasil desde 2011 para combater a dengue. A empresa produz até
dois milhões de mosquitos geneticamente modificados por semana em sua “fábrica”
em Campinas, Brasil. [1]
Noutro
debate, acusa-se a vacina dTpa [2] que nunca foi aprovado e seguro para uso
durante a gravidez. Na verdade, dTpa é classificado pela FDA - Food and Drug
Administration , como droga de Classe C, indicando que não é uma escolha
segura durante a gravidez. Para alguns especialistas, as [sinistras]consequências
desta vacina testada é o que está sendo “varrida para debaixo do tapete” [3]O
que aponta mais uma vez para Bill Gates, o Imperador da eugenia e Vacinas.
De
modo óbvio , o Ministério da Saúde e a Fiocruz afiançam que não há até o
momento nenhuma evidência científica nacional ou internacional que relacione o
aparecimento da microcefalia à administração da vacina dTpa ou qualquer vacina
que faça parte do calendário nacional de imunização O Ministério da Saúde
afirma ainda que "as vacinas dupla e tríplice viral são usadas
mundialmente, e não haveria condições de isso (más-formações) ocorrer apenas no
Brasil.
Conversa vai ,
conversa vem , os
arautos do aborto começam a mostrar as unhas e fazer seus estragos. O juiz
Jesseir Coelho de Alcântara , de Goiás, já autorizou uma série de abortos
legais em casos de anencefalia e outras patologias raras. Na opinião de Jesseir se o aborto é permitido por lei em casos de
fetos anencéfalos , também se justifica em gestações de microcéfalos, pois
ambos casos são “incompatíveis com a vida”.
Diz que para que tomar a decisão, são necessários três laudos médicos,
mais parecer favorável do Ministério Público. Todavia, contestando o conceito
do juiz goiano, o Conselho Federal de
Medicina divulgou uma recente nota, assegurando que no caso de fetos com
diagnóstico de microcefalia, em princípio, não há incompatibilidade com a vida.
E o Movimento Brasil Sem Aborto assevera que interrupções em gestações de fetos
com microcefalia ou outras más-formações são inaceitáveis sob qualquer aspecto.
A
diretora do Centro Latino-Americano de Saúde Materno-Infantil da Organização
Pan-Americana de Saúde (OPAS) disse que “os casos de zika vão pressionar o
debate sobre os direitos reprodutivos. A interrupção da gravidez, em qualquer
situação, é uma decisão da mulher. (…) uma jovem que engravidou sem
planejamento e tem um filho com deficiência necessitará de cuidados especiais
durante toda a vida. A sociedade tem de ajudar essa mulher, e ela precisa de
apoio para ter suas decisões respeitadas”.[4] Ora, o argumento capcioso da
“liberdade de escolha” da mulher é uma sandice. À maior interessada, que é a
criança, não é dada a liberdade de escolher entre sua vida e sua morte. E mais,
são inúmeros os exemplos de mulheres que pensam em abortar, mas que desistem
quando são ouvidas, ajudadas, acolhidas. Propor o aborto como solução a uma
grávida quando se faz o diagnóstico de microcefalia é negar a ela o amparo de
que realmente necessita.
Em
países onde o aborto é legalizado, cerca de noventa por cento das gestações de
crianças com síndrome de Down são interrompidas (assassinadas no útero). Não há
pior forma de exclusão social do que eliminar o deficiente da existência. Neste
macabro cenário do Deus nos acuda!
Os abortistas profissionais identificam no pernilongo seu melhor aliado. Os políticos
e meios de comunicação partidários do abortamento se unem em uníssono à
campanha pró aborto. O diretor da OMS das Américas é mais explícito em uma
mensagem com forte conteúdo eugênico quando afirma: “Não podemos tolerar que
continuem nascendo crianças com más-formações”.
Há
sóbrias razões científicas para ir de encontro ao aborto, sobretudo do
microcéfalo. Com a biogenética vislumbramos a diversidade como o nosso maior
patrimônio coletivo. E o embrião anormal, ainda que portador de microcefalia,
compõe parte dessa diversidade. Deve ser, portanto, preservado e respeitado por
elevadas razões. Os argumentos tal qual justificam a morte do microcéfalo serão
os mesmo que corroboram a subtração da vida de qualquer outra pessoa - ou será
que existem pessoas com mais vida e outras com menos vida? O microcéfalo é um ser vivo intra-útero. Ele
nasce com vida e pode como qualquer recém-nascido ir a óbito com minutos, dias,
meses ou após muitos e muitos anos. Se ele nasce vivo, o aborto é criminoso,
pois lhe ceifa a oportunidade e a experiência da reencarnação.
Ademais,
o bebê com microcefalia possui preservada a parcela mais entranhada do cérebro,
matriz, portanto do controle autômato de funções viscerais, a saber: batimentos
cardíacos e capacidade de respirar por si próprio, ao nascer. Como ainda são misteriosos
os enigmas da relação cérebro-mente, não podemos consentir que nossa falta de
inteligência seja o guia de deliberações erradas como a do abortamento
provocado desse feto. Tal ser não pode perder a dignidade nem o direito de
nascer.
Até
porque , os espíritos desses bebês especiais são espíritos que já viveram diversas
outras existências, com deslizes e acertos. São espíritos que precisam passar
pela experiência da microcefalia, como
um processo de ressarcimento e cura para suas pendências morais do passado
danificado . Portanto, que nenhuma das mães aborte esses bebês. Ante os códigos
das leis do Criador se houver um caso na família de microcefalia é porque o
grupo necessita desta experiência, para dilatar os dons do amor. Assim, a família
tem que se doar, pois nada ocorre por acaso , tudo tem matriz na Lei de
Causalidade.
É
a Justiça Divina atuando, ainda que não compreendamos as necessárias aplicações
das sanções do Criador.
Referências
bibliográficas:
[1] Disponível em: A FARSA DAS VACINAS, por Dra. Suzanne
Humphries. – Quitéria Chagas
http://quiteriachagas.com/2016/02/06/a-farca-das-vacinas-por-dra-suzanne-humphries/
acesso em 11/02/2016
[2] O DTpa combina o tétano, difteria e coqueluche (tosse
convulsa) vacinas em uma única vacina
[3] Disponível em: A FARSA DAS VACINAS, por Dra. Suzanne
Humphries. – Quitéria Chagas http://quiteriachagas.com/2016/02/06/a-farca-das-vacinas-por-dra-suzanne-humphries/
acesso em 11/02/2016
[4] Disponível em http://www.institutoliberal.org.br/blog/microcefalia-dos-abortistas-e-sua-proposta-de-eugenia/ acesso
12/02/2016
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